quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Dia Municipal do Bombeiro Civil é Celebrado Na Câmara De Vereadores de Viamão:

Cerimônia Debate os Rumos da Profissão no Estado:
Através de projeto aprovado que estipula o dia 12 de janeiro como dia do bombeiro civil no Município de Viamão.Berço da profissão no Estado, reconhecido como uma das primeiras Cidades do Brasil a contar com os trabalhos preventivos realizados por Bombeiros Civis muito antes da promulgação da lei federal 11901 de 2009.
A cerimônia realizada na noite de quarta feira dia (15), teve como principal objetivo o debate. Bem como a celebração dos recém completados 11 anos da profissão no Brasil.
Neste sentido, e pelo segundo ano consecutivo a iniciativa organizada pela Febrabom RS se propôs a homenagear estes profissionais de extrema importância, vinculados as atividades intramuros de prevenção e combate a incêndio, e que através do reconhecimento de seu dia anual estabelecido por lei teve como meta principal a valorização da atividade não só em Viamão, mas sim em todo estado. 
Mesmo com o forte temporal ocorrido no inicio da noite, bombeiros civis de varias localidades e autoridades estiveram presentes.
Pontos Importantes foram destacados durante a cerimonia, entre eles: Os projetos que tramitam na cidade de Viamão e Gravataí entre outros; a falta de mercado de trabalho; o não cumprimento de legislações já estabelecidas; o numero excessivo de profissionais habilitados e principalmente, a necessidade de união conjunta para melhoria das demandas de interesse coletivo.
 Já em maio mês do trabalhador, outra iniciativa importante acontecerá através da realização do IV, Seminário Estadual em Defesa e Desenvolvimento da Profissão Bombeiro Civil que se realizará na Assembleia Legislativa do Estado onde a presença maciça de todos os prevencionistas será de suma importância.
FONTE: Equipe de Jornalismo e Comunicação Social Febrabom RS. 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Bombeiro Civil No Brasil E a Política Circense:

O Espetáculo Começou!
Assim como nos espetáculos circenses onde os expectadores atentamente se fixam na magia espetacular promovida por mágicos, palhaços, equilibristas entre outros. 
Em época de pleito eleitoral, as comparações entre o circo é a política se torna inevitável pelo fato de suas familiaridades. 
Este ano, onde teremos eleições para Prefeitos e Vereadores. 
Já é possível, perceber com clareza as movimentações, interesses e motivações políticas de alguns já declarados pré-candidatos. 
Diante do que já foi minimamente exposto, e em comparativo as atividades circenses. 
As possíveis plataformas e promessas, mesmo que de forma velada já se iniciaram e como sempre, há soluções mágicas para tudo! Assim como no circo que como num passe de mágica as coisas desaparecem ou se remodelam. 
No objetivo assim como no circo de prender o expectador neste caso, o eleitor palavras doces e bem colocadas ganham ares impactantes e de renovação no entanto, todos nós eleitores sabemos ou deveríamos saber, que não existe novidades políticas sem projetos, lisura de interesses ou plataformas de atuação na busca de qualquer objetivo seja ele qual for. 
Há a presença, de muitos pré-candidatos nesta eleição muitos, sem histórico na política menos ainda, de ações que os respaldem para tal! Alicerçando se através das críticas ao trabalho alheio muito às vezes, opinando sem conhecimento de causa sendo que as soluções apresentadas para consecução de melhorias entorno de suas críticas, tornam se tão atrapalhadas quanto na apresentação dos nobres palhaços de circo fato este corriqueiro. 
Em evidência também, está a falácia difusa entre o que realmente lhes compete assim como, as promessas vazias que instigam a atenção do expectador como os promovidos por malabaristas neste caso, de palavras. 
Como no circo, o expectador nunca ficará de fora e com certeza, será convidado de honra a participar deste grande espetáculo através das selfies, tapinha nas costas, entregas de santinhos entre outros, que logo após o objetivo alcançado, terá uma grande probabilidade de ser trocado pelo ilusionismo de desculpas diante das promessas não cumpridas durante o pleito. 
Este grande palco político circense, onde alguns, salvo exceções possuem realmente preparo, comprometimento e vivência. Se utilizarão durante esta caravana que se aproxima, de todas as artimanhas possíveis e imagináveis na busca de seus objetivos. 
Como de costume, no país do Jeitinho, do interesse e do apadrinhamento a falta de projetos concretos, aliados ao comprometimento serão compensados, pelo dom fala bonita entretanto vazia que nos encaminham novamente, para que tenhamos neste pleito a já querida e tradicional política circense promovida por alguns, onde o expectador, ou seja o eleitor mais ainda, no caso da categoria Bombeiro Civil se não estiver atenta poderá ficar refém da incompetência por no mínimo mais 04 anos. 

Coluna Liberdade de Expressão 
Júlio Valêncio Jornalista: (Reg. profis. 19127 MTE/RS). 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Modalidade Associativa Contemplará Outras Áreas da Prevenção No RS.

Associado Campeão Agora Chegou Sua Vez! 
Já pensou em ser um associado campeão? 
Trabalhando pela qualidade de vida de todos os prevencionistas do estado do rio grande do sul. A Febrabom RS, com objetivo de expandir seus benefícios a demais usuários criou e deixa a disposição de todos esta nova modalidade associativa, onde a meta é estimular a participação de outras áreas preventivas do estado por meio da extensão de vantagens, benefícios e descontos em vários locais conveniados a entidade no estado. 
Agora você que é socorrista, enfermeiro, ou técnico também poderá usufruir das vantagens oferecidas pela Febrabom Rio Grande do Sul. 
As filiações, atenderão os critérios de comprovação das habilidades por meio de envio de comprovação através de certificação nas áreas abrangidas, assim como logo após análise será realizada a emissão de carteira de identidade funcional em conformidade com a área de atuação expedida pela Febrabom Rio Grande do Sul. 
São diversos descontos, vantagens e benefícios em vários locais conveniados, além de cursos, capacitações e treinamentos organizados pela Febrabom RS. 
Associe se agora! Aqui, tem muito mais vantagens pra você! 
Venha fazer parte da maior entidade prevencionista do rs. 
Central de atendimento Febrabom WhatsApp: (51) 2160-2022 
Clique e conheça aqui e conheça os benefícios. 
  
FONTE: Equipe de Jornalismo e Comunicação Social Febrabom RS. 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Cerimônia Comemorará Dia do Bombeiro Civil em Viamão.

DIA DO BOMBEIRO CIVIL EM VIAMÃO: 
Em continuidade, as iniciativas de valorização e desenvolvimento da Atividade prevencionista no estado do Rio Grande do Sul. No próximo dia 15 de janeiro, estará sendo comemorado pelo terceiro ano consecutivo o dia municipal do Bombeiro Civil na Cidade de Viamão. 
Aprovado por lei em 2016, o município de Viamão, foi um dos primeiros do Estado a valorizar a mão de obra desempenhada por Bombeiros Civis os únicos profissionais reconhecidos por lei Federal especificada que ampara o exercício de suas atividades. 
A cerimônia que terá por objetivo, valorizar e homenagear todos os profissionais da atividade terá sua realização, no próximo dia 15 de janeiro com início às 19 horas na câmara municipal de vereadores de Viamão parceira nas iniciativas desde seu início com sede localizada na praça Julio de Castilhos no Centro do Município.
 
Os organizadores entre eles: Febrabom RS e Frente Parlamentar Prevencionista acreditam que 
Será novamente, uma grande oportunidade para que todos os Bombeiros Civis Mostrem seu poder de organização e mobilização e que principalmente, interajam junto as iniciativas que visam a valorização da Categoria e de todos os Bombeiros Civis de Todo o Estado. 
As Participações serão certificadas. 
Maiores Informações Central Febrabom WhatsApp: (51) 2160-2022.

sábado, 28 de dezembro de 2019

Afogamento é Uma das Principais Causas de Morte de Jovens no Brasil.

Consumo alto de bebidas alcoólicas e ida a ambientes com água são motivos que contribuem para aumento de casos no verão.
No Brasil, afogamento é a segunda causa de morte por causa externa entre crianças de 1 a 4 anos, segundo levantamento da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático). Além disso, é a terceira causa de morte na faixa de 5 a 14 anos; e a quarta entre 15 e 19 anos.
Os casos de afogamento letal e não letal aumentam no verão, segundo o psiquiatra Arthur Guerra, presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool.
“São três motivos: as pessoas vão mais em ambientes com água, as pessoas consomem mais bebidas alcoólicas, e é uma época onde acontecem os ‘batismos’, a pessoa vai para o mar pela primeira vez”, afirma.
O consumo de bebidas alcoólicas é um importante fator de risco para o afogamento. Uma revisão científica, com pesquisas de 15 países, apontou que 64% dos afogamentos fatais na região metropolitana de São Paulo envolvem o uso de álcool.
“O álcool é uma droga que vai mexer com a autoconfiança e com o tempo de resposta da pessoa. Se ela nada razoavelmente, ela vai achar que nada bem. Se ela tem medo do mar, não vai mais sentir tanto medo”, afirma Guerra.
Como ocorre o afogamento?
Segundo o pneumologista Gustavo Prado, da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), afogamento é o desconforto respiratório gerado por penetração de água nas vias aéreas que pode levar a óbito.
Prado explica que inicialmente a pessoa consegue se manter acima da linha da água e respirar. “A medida que o pânico ou a movimentação da água dificulta, e a água entra nas vias aéreas a pessoa tem reações voluntárias para tirar a água. Ela cospe, força a saída pelo nariz ou engole”, afirma.
Com o cansaço, o corpo tem reações involuntárias que são a tosse e o fechamento da laringe.
“Quando esses mecanismos começam a falhar começa a entrar menos ar no pulmão, ou porque a tosse é insuficiente para impedir que água entre, ou por conta do espasmo da laringe, que impede a entrada de água, mas também a de ar”, afirma.
Devido à pouca quantidade de ar, diminui a oxigenação do sangue, até que se torna insuficiente para manter a pessoa acordada e ela perde a consciência.
“Aí fica muito crítico, a pessoa não vai ter a movimentação necessária para ficar com a cabeça fora da linha da água e isso vai acentuar a falta de oxigênio cada vez mais”, explica.
As células do coração não vão ter oxigênio necessário para transformar a glicose em energia. Nesse momento, vítima começa a apresentar arritmias até chegar à parada cardíaca. “A morte do afogamento é uma parada cardiorrespiratória”, observa o médico.
Tempo
O tempo é um fator crucial no regaste para impedir um óbito e sequelas. “O sobrevivente do afogamento pode ter sequelas neurológicas devido à falta de oxigenação do cérebro e circulação reduzida, mas pode ter consequências respiratórias e cardiovasculares também”, explica.
Segundo pneumologista, a pessoas pode desenvolver inflamações e infecções devido a entrada de água no pulmão. “O tipo de água impõe um certo padrão de injúria para células respiratórias. As duas são terríveis: a água salgada desidrata; a água doce incha”, explica.
Um outro fator que intensifica a velocidade do afogamento é que a água remove o surfactante pulmonar, substância responsável por impedir o fechamento dos alvéolos, sacos aéreos onde a troca de gases é realizada.
Prevenção
O pneumologista enfatiza a importância de aprender a nadar. Outro aspecto importante é treinamento de primeiros-socorros para pessoas que trabalham em locais com ambientes aquáticos com grande circulação de pessoas, como clubes, piscinas, praias, rios e cachoeiras.
Ele afirma que casas com piscina e criança pequena precisam ter o ambiente isolado por cercas ou grades. “A proteção da criança é muito importante. Tem afogamento dentro de casa, na banheira, o bebê vira de bruços e não consegue se levantar”, explica.
O médico alerta que mesmo as crianças maiores precisam de supervisão. “O afogamento da vida real não envolve gritos de socorro, a pessoa quase não emite som, ela está ocupada tentando nadar e tirar a água que está entrando. Por isso precisamos estar sempre atentos”, afirma.
É obrigatório por lei utilizar coletes salva-vidas em locais de risco como traslados marítimos e esportes náuticos. “Precisamos estar atentos aos locais menos previsíveis, mar, rios, represa e cachoeira em época de chuva, que às vezes o nível da água sobe antes da chuva chegar no local”, alerta.
Prado recomenda ainda a não utilização de álcool e outras drogas quando for praticar esportes e lazer na água.
Caso alguém esteja se afogando, é importante que pessoas sem experiência não tentem prestar socorro.
“Se você não consegue garantir um resgate seguro, chame alguém, ou serão dois afogamentos ao invés de um. Pode parecer cruel, mas o maior esforço da pessoa presente é localizar alguém que possa ajudar”, afirma.
Após o resgate, é dado início rápido a manobras de ressuscitação cardiopulmonares por alguém treinado.
“Não adianta apertar a barriga como nos desenhos, isso pode fazer a pessoa cuspir a água que engoliu, mas não traz nenhum benefício para o resgate, tem que tentar ventilar a pessoa”, afirma.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Prazo Para Imóveis se Adequarem à Lei Kiss é Prorrogado para 2023 pelo Governo do RS.

Decreto que regulamentou lei teve trechos alterados nesta semana. Prazo se encerraria nesta sexta-feira (27). 
Medida não vale para casas noturnas, que são consideradas empreendimento de alto risco em função da aglomeração de pessoas.
O prazo para adequação de edificações públicas ou privadas à Lei Kiss foi prorrogado em quatro anos por um decreto da Casa Civil do governo gaúcho, e passa a ir até 27 de dezembro de 2023. A data limite prevista inicialmente era esta sexta (27). As alterações foram publicadas no Diário Oficial do Estado no último dia 22.
O aumento de prazo não vale para casas noturnas, que são consideradas empreendimentos de alto risco em função da aglomeração de pessoas, como explica o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Carlos Eduardo Bonfanti. Estes locais já devem estar com o alvará em dia para funcionarem.
Conforme o decreto, serão concedidos dois anos para apresentação de Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) e outros 24 meses para a instalação de todos os equipamentos de segurança obrigatórios e obtenção de alvará do Corpo de Bombeiros. Com isso, o prazo final de adequação será 27 de dezembro de 2023.
De acordo com a normativa, o proprietário deverá providenciar a instalação de medidas mínimas de segurança até 27 de março de 2020, tais como extintores de incêndio, sinalização de emergência e treinamento de pessoal, mesmo que ainda não tenha protocolado PPCI da edificação junto ao Corpo de Bombeiros.
No entanto, para os empreendimentos de alto risco, como casas noturnas, não haverá mudanças. Assim, as adaptações à Lei Kiss em termos de segurança e combate a incêndios devem ser imediatas.
Empresários vinham pedindo uma nova data, alegando demora para aprovação e gastos envolvidos nas intervenções. A lei prevê a obrigação do Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI) e do alvará, e caso o empreendimento não tenha, os imóveis passam a ser considerados irregulares, passíveis de multa e de fechamento.
"Muitos desses prédios não conseguiram se adequar à legislação. Houve movimento de entidades, como a Fiergs e a Federasul, que solicitaram prazo maior para que pudessem se adequar", afirma Bonfanti. O assunto foi submetido ao Conselho Estadual de Prevenção de Incêndio.
A lei estadual foi aprovada em 2013, depois da tragédia que matou 242 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria, na Região Central do estado.
O texto estabelece os padrões de segurança, prevenção e proteção contra incêndios em edificações e áreas de risco, tanto públicas quanto privadas. Há também uma lei nacional, sancionada em 2017, com normas de prevenção de incêndio.
O decreto ainda prevê que a análise do PPCI deve ser concluída em até dois anos, a partir do próximo dia 28 de dezembro. Depois de aprovado, o estabelecimento deverá ter obtido o alvará até o prazo final, 27 de dezembro de 2023.
Também fica estabelecido que até o dia 27 de março de 2020, os prédios devem possuir itens mínimos de segurança, que são extintores de incêndio, sinalização de emergência e treinamento de pessoal, independentemente de terem encaminhado o PPCI ou não.
O coronel ainda afirma que não há uma estimativa oficial de quantos pedidos de análise de PPCI há pendentes no estado. Somente em Porto Alegre, esta média fica em torno de 900 por mês.


Propostas de alteração da lei 

O deputado Elton Weber (PSB), relator da Subcomissão para Estudos e Discussão sobre a Alteração da Lei Complementar 14.376 na Assembleia Legislativa, ressalta que a legislação se tornou muito burocrática. Weber ressalta que pequenos empreendimentos estão enfrentando dificuldades para se adequar às normativas. O governo ainda não se manifestou formalmente.
“Pretendemos revisar alguns aspectos na prática, incluindo um sistema de autodeclaração que será fiscalizado posteriormente pelos bombeiros. Agora, hoje, a lei se tornou uma burocracia com altos custos. Forte dizer isto, mas parece que é necessário criar o problema para que tenha-se de pagar pela solução”, disse.
Pequenos estabelecimentos comerciais deverão ser o alvo das autodeclarações de adequação às regras de prevenção e combate a incêndio. Além disso, Weber destaca que uma das medidas seria permitir que engenheiros responsáveis por obras também fossem responsabilizados pelas normas de segurança quando tratar-se de empreendimentos de baixo risco.
Já no meio rural, alteração da lei promovida em 2016 passou a dispensar as propriedades rurais de realização de Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) em galpões abertos. 
No entanto, conforme Weber, a lei ainda é muito rígida para instalação de silos e armazéns.
Quando a Lei Kiss foi regulamentada, em 2014, foi estipulado o prazo de cinco anos para que todos os imóveis do Estado fizessem as adequações para obter a aprovação do PPCI e alvará. Após esse período, as edificações que não estiverem adaptadas passariam a ficar irregulares, ficando sujeitas a multas ou mesmo interdição.
Entidades como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS), Sindicato dos Engenheiros (Senge/RS), CREA e Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria se manifestaram contrariamente à prorrogação do prazo. 
"Os prazos não deveriam ser renovados sem critérios claros. A posição das entidades sempre foi no sentido de que, em caso de renovação de prorrogação dos prazos, os empreendedores deveriam atender a lei progressivamente", critica o presidente do CAU/RS, Tiago Holzmann. "Nessas condições, as postergações serão infinitas".
fonte: G1, correio do povo
  

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Vítima de Choque Elétrico é Socorrido Por Aluno de Curso de Formação De Bombeiro Civil em SC.

Vítima de choque elétrico está na UTI, mas quadro é estável.
O jovem de 16 anos que foi vítima de descarga elétrica na tarde desta segunda-feira, no Centro II, em uma empresa de lavação, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Azambuja e seu quadro de saúde é considerado estável. Ele sobreviveu após ser vítima do choque elétrico que o fez perder a consciência e ser reanimado após várias tentativas.
Apoio aéreo
Assim que o Helicóptero Arcanjo ser acionado com o suporte avançado, cerca de quatro ou cinco minutos a aeronave pousou no terreno próximo à Rodoviária de Brusque, onde uma viatura dos bombeiros já aguardava para conduzir os profissionais ao local da ocorrência, bem próximo dali.
Chegando lá, a equipe iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação. Foram quinze minutos de massagens e ele retornou, além do tempo já feito pelo bombeiro civil, e a vítima voltou a respirar. Então, foi estabilizada pela equipe e conduzida estável ao Hospital Azambuja, juntamente com a equipe médica do Arcanjo e Unidade Básica do SAMU na ambulância dos bombeiros.

A ajuda imprescindível
O apoio inicial do aluno Bombeiro Civil Maicon Hedler foi imprescindível logo nos primeiros instantes que o caso ocorreu até a chegada das equipes do Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além do Arcanjo.
“Foi tudo muito rápido. Cheguei no local e até então a minha ideia era fazer uma lavação no meu carro e, quando cheguei, devido ao calor, pensei em tomar uma Coca-Cola. Quando sentei para beber o refrigerante, começou um aglomero e muitos berros. Fiquei atento e notei que todo mundo saiu correndo dizendo ‘desliga, desliga’ e automaticamente pensei que pudesse ser uma descarga elétrica, mas eu não tinha visão do rapaz”, relata Maicon.
Maicon lembra que não pensou duas vezes em ajudar mas, inicialmente, pediu para que alguém chamasse o Corpo de Bombeiros, o que foi feito imediatamente. Maicon então foi até a vítima e a viu contraída. Ao se certificar de que a energia do local estava desligada, notou que o jovem estava inconsciente, mas ainda respirava. “A primeira coisa que eu fiz foi estabilizar as vias aéreas dele, e manter a cervical estabilizada. A situação se agravou e houve uma suspeita de Parada Cardiorrespiratória (PCR). Naquele momento vi que ele deu uma respirada funda, parou e não voltou”, conta.
Maicon pediu ajuda para estabilização das vias aéreas e, automaticamente, iniciou as massagens cardíacas, ao mesmo tempo que também falava com os bombeiros por telefone, comunicando o estado da vítima. “Eu não parei de fazer as massagens, porque o RCP é muito importante para manter o sangue correndo no cérebro e o oxigênio não parar”.
Com a chegada das equipes, Maicon permaneceu fazendo o procedimento de reanimação cardiopulmonar até o momento que um dos bombeiros disse: ‘ele já está respirando’. Em seguida, após os procedimentos necessários, a vítima foi imobilizada e levada ao hospital estável.